Mostrando postagens com marcador Karina Venâncio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Karina Venâncio. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Uma Questão de Escolha

Por Karina Venâncio

     Bom dia, leitores! Hoja trago a vocês algo que fez e faz parte de meus pensamentos e planejamentos. Como todo adolescente aos 17, 18 anos, tenho em minha mente um objetivo fixo: trabalhar. Por experiência própria, tal objetivo se torna uma obsessão se não soubermos como lidar com ele. O mercado de trabalho, como ouvimos tantas vezes, já está saturado em diversas áreas. Crescem e ainda crescerão muito aquelas que cuidam da tecnologia, já que é esta nunca deixa de se desenvolver. Porém, o que fazer quando a tecnologia não nos parece o caminho certo a seguir?
     Não se desespere se não pensou em nada para fazer pro resto da vida. Ou ao menos até pensar em outra coisa, é claro. Tome o tempo que precisar para escolher, pois uma profissão é algo importante e sério demais para que desprezemos o valor que isso tem em nossas vidas. Não economize em tempo e determinação. Converse com profissionais das áreas que mais lhe agradarem, faça visitas em seus locais de trabalho, descubra exatamente o que faria se escolhesse esta ou aquela profissão. Pesquise, se informe, coloque em sua balança interior os prós e contras de cada uma das possibilidades que pensou.

     E lembre-se que as profissões menos "grandiosas", se forem as que lhe fazem feliz, serão as que farão de você o melhor e mais bem sucedido trabalhador. E pessoa, é claro. Ah, e eu não poderia deixar de mencionar. Às vezes as profissões que seus melhores amigos escolheram não é tão perfeita para você quanto é pra eles. Profissão é individualidade, escolha, um meio de se alcançar a felicidade e o dinheiro sim, por que não mencionar? Porém, como dois pratos de uma balança, a felicidade completa sem qualquer dinheiro será tão eficaz quanto rios de dinheiro sem qualquer felicidade.
     Espero que tenham gostado e aprendido algo com este artigo, não deixem de dar sua opinião através dos comentários, que responderei um a um. Tenham uma ótima semana, queridos!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Pin-Up: Você Sabe O Que É?

Por Karina Venâncio

     Bom dia, leitores! Hoje trago a vocês algo que particularmente aguçou minha curiosidade, e creio que poucos realmente saibam do que se trata. Já ouviram o termo "pin-up"? Sabem o que significa?
     Por volta de 1910 surgiram as primeiras garotas um tanto quanto desinibidas, que misturavam inocência à certa dose de erotismo. Na época, pode-se dizer que essas mulheres foram o estereótipo de sex-symbols. O nome "pin-up", surgido em 1941, que significa "ser pendurado", veio bem a calhar; as primeiras imagens destas mulheres eram penduradas nas paredes, no que atualmente chamamos de pôster, onde eram admiradas onde quer que estivessem.
     Preste atenção ao ver as famosas fotos de Marilyn Monroe, Dita Von Teese, Christina Aguilera e Katy Perry. Todas estas mulheres seguem o estilo pin-up de ser. Facilmente identificamos as roupas justas que somente marcam as curvas do corpo, mostrando apenas as silhuetas das belas mulheres, as lingeries sensuais, os saltos realmente altos e os cachos volumosos nos cabelos. Não só sex-symbols da época em que viveram ou mesmo atualmente, estas mulheres eram geralmente modelos e atrizes, que não temiam a exposição do próprio corpo na defesa de seu próprio estilo.
     Foram muitas e ainda são as que seguem esta forma única de se vestir e maquiar. Portanto, o jeito pin-up de ser não se tornará apenas passado tão cedo. E para finalizar, deixo com vocês a foto da mais conhecida seguidora deste estilo que ditou e ainda dita moda mundo afora: a diva Marilyn Monroe.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Seja um idiota

Por Karina Venâncio

     Hoje trago a vocês um texto que li há alguns dias, mas que me fez refletir sobre muita coisa. Não um artigo escrito por mim, mas algo que me chamou a atenção e que me sinto no dever de reproduzir, aqui. O que é ser um idiota pra você? Garanto que, qualquer que seja a sua opinião, ela mudará após esta leitura. Aproveitem!


     "A idiotice é vital para a felicidade.
     Gente chata essa que quer ser séria, profunda e visceral sempre.
     A vida já é um caos. Por que fazermos dela, ainda por cima, um tratado?
     Deixe a seriedade para as horas em que ela é inevitável: mortes, separações, dores e afins.
     No dia-a-dia, pelo amor de Deus, seja idiota!
     Ria dos próprios defeitos. E de quem acha defeitos em você.
     Ignore o que o boçal do seu chefe disse.
     Pense assim: quem tem que carregar aquela cara feia, todos os dias, inseparavelmente, é ele. Pobre dele!
     Milhares de casamentos acabaram não pela falta de amor, dinheiro, sexo, sincronia, mas pela ausência de idiotice.
     Trate seu amor como seu melhor amigo, e pronto.
     Quem disse que é bom dividirmos a vida com alguém que tem conselho pra tudo, soluções sensatas, mas não consegue rir quando tropeça?
     Alguém que sabe resolver uma crise familiar, mas não tem a menor idéia de como preencher as horas livres de um fim de semana?
     Quanto tempo faz que você não vai ao cinema?
     É bem comum gente que fica perdida quando se acabam os problemas. E daí, o que elas farão se já não têm por que se desesperar?
     Desaprenderam a brincar. Eu não quero alguém assim comigo.
     Você quer? Espero que não!
     Tudo que é mais difícil é mais gostoso, mas... a realidade já é dura; piora se for densa.
     Brincar é legal!
     Adultos podem (e devem) contar piadas, passear no parque, rir alto e lamber a tampa do iogurte.
     Ser adulto não é perder os prazeres da vida e esse é o único "não" realmente aceitável.
     Teste a teoria.
     Acorde de manhã e decida entre duas coisas: ficar de mau humor e transmitir isso adiante ou sorrir...
     Bom mesmo é ter problema na cabeça, sorriso na boca e paz no coração!
     Aliás, entregue os problemas nas mãos de Deus e que tal um cafezinho gostoso agora?"


     Encontrei certa dúvida quanto a autoria do texto. Porém, a que mais soou certa é que Ailin Aleixo o tenha escrito. Até semana que vem, queridos.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Um receio chamado medo

Por Karina Venâncio

     O que é o medo afinal? Você sente medo? Se a sua resposta à última pergunta foi "Não, apenas um receio", cuidado. Isso é o que chamamos de medo.
     Medo, em sua essência, é aquele pequeno receio que sentimos de algo. Seja um objeto, um ato, uma pessoa conhecida ou distante, uma situação, uma hipótese. Sentimos medo a todo o tempo. E diferentes tipos de medo. É o medo de perder, de ganhar, de esquecer ou lembrar. Medo de ser, pensar, agir, falar, dançar, se expor, se envergonhar. Há medos e medos. E tantos tipos de medo que não caberiam em um só artigo.
     Porém, o medo surge em situações tão adversas em nossas vidas, nas quais por vezes é necessário refletir: Há mesmo tanto motivo para tal medo? O medo injeta adrenalina em nossas veias, nos torna mais alertas, atentos. Há quem diga que este paraliza. Não deixe com que o medo lhe paralize, caro leitor. O medo nos torna vítimas se não soubermos lidar com ele.
     Atualmente, vemos o medo estampando capas de revista e manchetes de jornal. O medo das enchentes devido à grande quantidade de chuva, o medo de novos tremores no Haiti e agora até mesmo na Argentina. Há o medo da tão temida segunda fase de algum vestibular difícil. O medo de começar algo novo, seja em uma escola nova, ou uma série nova. Medo, medo, medo.
     "Só quem não sente medo é quem não tem nada a perder." Infelizmente, não me recordo o autor da frase ou até se eu mesma a rascunhei sozinha. Porém, enquanto houver algo a perder, sentiremos medo. Não se envergonhe, não se esconda. Curta sim o seu medo, de forma a alavancá-lo em direção à novas oportunidades e horizontes.
     Um brinde ao medo, leitor. Ao seu medo, ao meu medo... Ao medo.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

2012 - Mito ou verdade?

Por Karina Venâncio

     Estou de volta caros leitores! Passada a primeira experiência como colunista, trago algo interessante e polêmico a vocês: 2012. Algo a respeito tanto do filme quanto das profecias feitas acerca deste ano em que, como alguns dizem, absolutamente tudo pode acabar.
     Há alguns dias finalmente assisti o filme. Cheio de efeitos especiais, ele nos faz realmente pensar... E se não forem apenas especulações? Logo ao começo, o diretor soube como nos situar em tempo, espaço e situação. A temperatura da Terra subindo, partículas se multiplicando mais rápido que o esperado. As especulações acerca do fim do mundo começam em 2009, ano que acabamos de ver terminar, e seguem até a data demarcada como o último dia da Terra: 21 de dezembro de 2012. Anotem em seus calendários se acreditarem. Eu, mesmo sem me posicionar diante dos possíveis (ou não) fatos, já anotei.
     Alguns dizem que esses mitos não passam mesmo de mitos. Como aquele em que aconteceria o "bug do milêncio" na virada para os anos 2000, ou que o dia 06/06/06 seria um tanto quanto ruim para todos nós. Mas cá estamos, vivos e apenas esperando pela nova data que nos deram para o fim do mundo. Quanto ao filme? Vale sim a pena assistir, se quer 158 minutos de muita angústia, acontecimentos inesperados e totalmente separados que em determinado momento se unem e fazer com que tudo tenha sentido.
     Quanto às profecias... Nada explica melhor o que talvez nos aguarde do que o seguinte parágrafo: "Mas o que de fato acontecerá na fatídica data de 21 de dezembro de 2012? Para muitos será o dia da aniquilação da raça humana devido a uma inversão dos pólos da Terra. Como isso seria possível? Devido a distúrbios nos campos magnéticos do Sol que, gerando colossais tormentas solares, afetarão a polaridade de todo o nosso planeta. Resultado: o campo magnético terrestre se inverterá imediatamente, com conseqüências catastróficas para a humanidade. Violentos terremotos demolirão todos os edifícios, alimentando tsunamis colossais e atividade vulcânica intensa. Na verdade, a crosta terrestre deslizará, arremessando continentes a milhares de quilômetros de sua localização atual." (O qual podem checar em http://porque2012.com/porque2012.html)
     É algo a se pensar, afinal. Os maias declararam o famoso 21/12/2012 como a data do término de mais um ciclo na terra, que talvez ocorra em destruição; os hindus mencionaram o início de um novo mundo, e todos nós sabemos que para algo começar é necessário também um término; para o Howard Menger, famoso por seu contato com extraterrestres, 2012 é o ano em que eles retornariam à Terra. Ou seja, quanto mais se pesquisa sobre o assunto, mais encontramos.
     Mas e você, caro leitor, no que acredita?

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Resoluções de Ano Novo

Por Karina Venâncio

     Bom dia, boa tarde ou boa noite, queridos leitores. Como primeira coluna, vale a pena tentar uma pequena apresentação. Karina, 17 anos, interior de São Paulo, Ensino Médio concluído, aspirante à advogada, juíza ou cardiologista. Sim, é verdade. E, é claro, viciada em música. Não que eu pretenda atormentá-los com meus vícios musicais certas vezes tão diferentes, mas vale a pena mencioná-los. Enfim, desejo a todos um feliz Ano Novo, mesmo atrasado. Ou nem tanto, uma vez que o ano só começa de verdade quando o Carnaval termina. Este é o calendário do brasileiro, amigos, gostando nós ou não.
     Mas já que o tal Reveillon está tão na "boca do povo", aqui cabe perfeitamente uma pequena reflexão acerca deste período. O que pensam quando a palavra Reveillon vem à cabeça? Eu facilmente posso citar bebidas, festas, muita comida e diversão. É o que há de mais comum, creio eu. Podem se perguntar agora: onde afinal cabe a reflexão? É exatamente aqui, leitores, nas festas. Festas são época de reunir os amigos e a família, em volta de uma bela mesa caprichosamente posta. É tempo de estarmos próximos às pessoas que gostamos, independente de quem sejam, esquecer os problemas do ano que se foi e apenas relaxar, comemorar.
     É tempo de fazermos nossas resoluções, sejam quais forem. Emagrecer, enriquecer, trocar de trabalho, arrumar um emprego, gastar menos, fazer mais amigos, se livrar de coisas desnecessárias, comprar novas roupas, eliminar algumas roupas, trocar de carro, viajar, se divertir, conhecer lugares novos, encontrar pessoas, se apaixonar, se "desapaixonar" ou simplesmente deixar a vida seguir. Independente de qual a sua resolução de Ano Novo, nunca é um tempo tão sagrado para isso quanto a virada de ano. É nela que depositamos nossa confiança e a vontade de que, junto ao calendário mudando, se renove em cada um de nós a vontade de seguir em frente, apenas.
     Sinto por aqueles que não tiveram uma virada feliz. Ou por aqueles que não a aproveitaram como deveriam. Porém, pense comigo: Temos ainda muito mais de 300 dias para que tudo mude, tudo aconteça, tudo se renove como desejamos. Quem sabe com algum esforço, não?
     Se ainda não o fez, pense um pouco sobre o assunto. Viram só como a reflexão coube perfeitamente aqui?